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Rio 2016: experiente e maduro, Sasaki chega aos Jogos Rio 2016 mentalmente mais forte

Sasaki: Considerado o mais completo do país, ginasta está confiante em um bom desempenho - Foto: Alexandre Castello Branco/COB - Rio 2016: experiente e maduro, Sasaki chega mentalmente mais forte
Sasaki: Considerado o mais completo do país, ginasta está confiante em um bom desempenho - Foto: Alexandre Castello Branco/COB

Em Londres 2012, a meta era ficar entre os dez primeiros colocados na classificação geral individual, e conseguiu. Quatro anos depois, Sérgio Sasaki, considerado o ginasta mais completo do país, está ainda mais confiante. Além da experiência e maturidade, Sasaki aposta também no resultado do trabalho mental e na concentração para obter bons resultados na ginástica artística nos Jogos Rio 2016.

"Naquela Olimpíada eu era amais jovem, não tinha o mesmo nível de expectativa que tenho agora. As minhas chances eram diferentes. Hoje sei onde posso chegar e sei do meu potencial. O corpo não é o mesmo. Com o passar dos anos vamos sofrendo algumas lesões, mas a cabeça é mais forte. Me sinto mais preparado mentalmente. Acho que é a hora de dar tudo de mim. Hoje o Sasaki é mais maduro, experiente e menos ousado", ressaltou o ginasta de 24 anos.

"Cada um sabe das suas possibilidades e das suas chances. Penso em fazer um bom trabalho, independentemente de ser salto, ser individual ou por equipes. A seriedade tem de ser a mesma do primeiro ao último dia de competição. Não adianta pensar só numa final. Primeiro vem a classificatória. Vamos viver isso. Depois de classificar a equipe, podemos pensar numa possibilidade de medalha no individual, e aí sim, em uma medalha no salto. A maior cobrança é competir bem e dar os cem por cento na competição".

Sasaki está feliz. E razões de sobra não faltam para tamanha felicidade de poder representar mais uma vez o Brasil em Jogos Olímpicos. Em dezembro de 2014, ele rompeu o ligamento cruzado do joelho direito na etapa da Copa do Mundo disputada na Croácia. Durante um ano e quatro meses ficou sem treinar. Trocou os treinos por sessões de fisioterapia. Após receber alta, se lesionou novamente em julho do ano passado. Dessa vez, no ombro direito. Mas tudo faz parte do passado.

E quando o assunto é nota, Sasaki garante: "A gente trabalha para conseguir somar 90 pontos em algumas avaliações. Sabemos o que pode ser feito e vamos melhorando cada vez mais isso", concluiu.

Fonte: COB