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Rio 2016: Ian e Luiz Felipe querem o recorde pessoal nos Saltos Ornamentais

Dupla brasileira aumentou o grau de dificuldade para os Jogos Rio 2016 - Foto: Jonne Roriz/Exemplus/COB - Rio 2016: Ian e Luiz Felipe querem o recorde nos Saltos Ornamentais
Dupla brasileira aumentou o grau de dificuldade para os Jogos Rio 2016 - Foto: Jonne Roriz/Exemplus/COB

Dia 10 de agosto, às 16h. Nessa data e horário, Ian Matos e Luiz Felipe Outerelo entrarão na piscina do Parque Aquático Maria Lenk para competir na prova sincronizada do trampolim de três metros dos saltos ornamentais nos Jogos Rio 2016 com o objetivo de fazer história. Longe dali, em Belém, capital paranaense, a mãe de Ian, dona Rosivalda, estará na frente da televisão - que ele ainda está planejando comprar -, para acompanhar as provas do filho e se orgulhar.

“Estamos fazendo dessa competição o nosso recorde pessoal. Já saltei com o apoio da torcida antes, no Sul-americano de 2012, em Belém, e foi um salto incrivelmente melhor do que em outros campeonatos. Consigo tirar proveito disso, e aqui, a arquibancada estará dez vezes mais cheia. Tenho certeza de que a gente vai conseguir a nossa melhor pontuação”, afirmou Luiz Felipe. Para ele, o fato de já estarem treinando no local da competição é um ponto positivo sobre os adversários.

“A galera que está chegando ainda vai entrar na fase de adaptação. Essa é a nossa vantagem. Como eu sou do Rio, já sei como é o clima, conheço a piscina, a temperatura da água e a posição dos trampolins. Tudo isso vai facilitar. Nosso objetivo é ficar entre os quatro primeiros colocados. Decidimos arriscar cem por cento nos saltos mais difíceis e a torcida me ajuda a fazer esses saltos com mais facilidade. É como se alguém chegasse e me falasse: vamos, você consegue. Isso me dá forças. Tenho certeza de que conseguiremos nossa melhor pontuação”, garantiu Luiz. Seu parceiro de equipe faz coro.

“Sabemos que entre todas as provas sincronizadas a nossa é a mais difícil. A gente conseguiu aumentar o nosso grau de dificuldade e mesmo assim o pessoal ainda faz um pouco mais difícil”, disse Ian, que já há alguns anos vem trabalhando a ansiedade.

“Na minha primeira competição internacional importante, os Jogos Sul-Americanos na Colômbia, em 2010, também tinha Vila, refeitório, e fiquei muito deslumbrado. Hoje já aprendi que todos que estão em uma Olimpíada são os melhores de cada país em seus esportes. De uma forma geral, somos todos iguais”, disse Ian.

Fonte: COB