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Segundo dia de eventos olímpicos em Deodoro começa com filas e desorganização

(Foto: Prefeitura do Rio) - Segundo dia de eventos em Deodoro começa com filas e desorganização
(Foto: Prefeitura do Rio)

O Rio-2016 prometeu agir rápido para tentar evitar a repetição das longas filas que se formaram no sábado em diversos locais de competição da Olimpíada, mas o que se vê na manhã deste domingo no Centro de Tiro Esportivo de Deodoro, na zona Oeste do Rio, são longas filas e muita reclamação.

O local tem duas entradas. Uma destinada as torcedores, que devem ingressar ao Parque Olímpico de Deodoro dentro da Vila Militar, onde passam pelos procedimentos de revista e de checagem do ingresso, para depois se locomoverem à pé até as provas de tiro.

A outra é a entrada que atende à força de trabalho (voluntários e funcionários de todos os tipos) e jornalistas. Neste portão, ao norte da Avenida Brasil, só há uma máquina de raio X e, por isso, na manhã deste domingo há uma longa fila, que toma pelo menos 45 minutos das pessoas que precisam acessar o local para trabalhar. Ela também é utilizada por atletas, técnicos e dirigentes, que têm uma fila preferencial. Isso aumenta o tempo de espera dos demais.

Diferentemente do que acontece nas instalações do Parque Olímpico da Barra, nas quais é possível aos jornalistas chegar tanto com o ônibus oferecido pelo Rio-2106 quanto à pé, entrando pelas entradas comuns do Parque, só há uma forma de os jornalistas acessarem o Centro de Tiro: de ônibus. Os veículos que saem da área central do Parque a cada 15 minutos dão uma volta tão grande que só chegam ao destino final depois de 15 minutos. À pé, esse trajeto não leva mais do que dez minutos.