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Seleção olímpica pede que torcida paulista seja 12º jogador contra a Colômbia

(Foto: Divulgação/Agência) - Seleção pede que torcida seja o 12º jogador contra a Colômbia
(Foto: Divulgação/Agência)

Na vitória por 4 a 0 sobre a Dinamarca, na última quarta-feira, a seleção brasileira olímpica contou com o apoio incondicional da torcida. Neste sábado contra a Colômbia, a equipe espera que essa força se repita no estádio Itaquerão, em São Paulo, apesar da fama de exigente do torcedor paulista, principalmente nos momentos de maior dificuldade, se eles vierem a ocorrer.

O pedido de apoio desta vez partiu do zagueiro são-paulino Rodrigo Caio. “Foi bonito ver a torcida baiana nos apoiando desde o início, quando entramos para aquecer sentimos uma vibração muito positiva. Esperamos que aqui em São Paulo não seja diferente".

Apelar para o torcedor é a tônica da seleção desde o início da preparação, em praticamente todas as entrevistas, jogadores e o técnico Rogério Micale acabam dando um jeito de dizer o quanto o torcedor é importante. E a seleção não pode se queixar: mesmo em Brasília, o apoio inicial existiu, mas acabou substituído por cobranças e vaias diante de atuações frustrantes.

Neste sábado há um outro fator, além do espírito exigente do torcedor paulista, que pode levar a uma divisão. A seleção tem são-paulino, palmeirense (Gabriel Jesus), santistas (Gabriel Barbosa, Zeca e talvez Thiago Maia) e não conta com corintianos, embora recentemente o meia Renato Augusto tenha atuado pelo clube.

Existe, por isso, o risco de o torcedor de um time acabar pegando no pé do jogador de uma equipe adversária.

Rodrigo Caio espera que isso não aconteça. “Precisamos muito do apoio e da vibração (dos torcedores). Convocamos são-paulinos, corintianos, palmeirenses e santistas a nos apoiarem", pediu.

Mas para isso será preciso a seleção fazer a sua parte. Com passagem pelas categorias de base do Corinthians, o goleiro Weverton sabe que só haverá apoio se o time mostrar bom futebol. “O público paulista vai reagir de acordo com o que produzirmos em campo. Tenho certeza que o apoio virá de acordo com a dedicação da seleção contra os colombianos. Por mais exigente que a torcida possa ser, nós estamos representando o Brasil. Merecemos e precisamos de apoio", disse.