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Simone Biles triunfa nos saltos e fatura seu 3º ouro na ginástica na Olimpíada

(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil) - Simone Biles triunfa nos saltos e fatura seu 3º ouro na ginástica
(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)


A norte-americana Simone Biles mais uma vez sobrou diante das adversárias na Arena Olímpica do Rio e aumentou a sua coleção de medalhas na Olimpíada, ao todo já são três douradas. Neste domingo, a talentosa ginasta garantiu a conquista do ouro nos saltos com a média 15,966. Antes das finais por aparelhos, a representante dos Estados Unidos havia subido ao lugar mais alto do pódio no individual geral e na disputa por equipes.

Simone foi a última se apresentar e deixou todas as concorrentes para trás. A russa Maria Paseka foi a ginasta que mais se aproximou da vencedora, ainda que em momento algum tenha sido de fato uma ameaça, ao executar saltos com a mesma nota de partida. O que diferenciou as atletas foi a execução brilhante de Biles, que garantiu 15,900 no primeiro salto e 16,033 no segundo. Para ficar com a prata, Paseka obteve 15,253 na soma dos dois. O bronze foi para a suíça Giulia Steingruber (15,216).

A prova de saltos teve duas representantes fora do padrão. Aos 23 anos, Dipa Karmakar é a primeira ginasta da história da Índia a se classificar para os Jogos Olímpicos. E ela teve a audácia de fazer o "salto da morte". O Produnova é uma reversão e dois mortais grupados para frente, traduzindo para o linguajar mais popular, é quando a ginasta pula para frente, apoia as mãos e faz duas cambalhotas com as pernas flexionadas.

Apesar de Karmakar ter caído sentada no chão, ainda conseguiu uma nota bastante razoável de execução, isso se deve ao fato de o salto ser considerado o mais difícil do código da ginástica artística. E ela não foi a única a tentar executá-lo. A usbeque Oksana Chusovitina, de 41 anos, também colocou sua conta em risco. A veterana, que já participou de sete Olimpíadas, também não foi bem-sucedida e saiu do movimento com uma cambalhota no colchão. Chusovitina deixou a Arena Olímpica do Rio bastante aplaudida pela torcida em uma prova sem brasileiras.