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Rota mata foragido que assassinou PM antes da maior chacina de SP

Um dos acusados pela Polícia Civil e foragido da Justiça pelo assassinato do cabo da Polícia Militar Ademilson Pereira de Oliveira, de 42 anos, estopim da série de ataques de PMs e guardas civis fora de serviço em Osasco e Barueri, foi morto na manhã desta segunda-feira, 29, por homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). A chacina de agosto, a maior do Estado de São Paulo, resultou na morte de 19 pessoas.

O PM foi morto com 14 tiros no posto de combustível onde trabalhava. Uma semana depois, na noite do dia 13 de agosto, policiais militares e guardas que também tiveram um colega assassinado, promoveram os ataques nos dois municípios. Pelo menos seis policiais militares e um agente da Guarda Municipal foram presos.

Oficiais da Polícia Militar informaram que a Rota recebeu uma denúncia anônima de que o suspeito estava escondido no bairro Padroeira, em Osasco. Quando a equipe da força de elite da polícia paulista chegou ao local, o foragido tentou fugir. Ainda segundo a PM, ele atirou contra os policiais com uma pistola 9 mm. Os agentes revidaram e o atingiram. Ele chegou a ser levado para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia ainda procura um segundo suspeito e foragido pela morte do cabo.