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As diferenças entre rinite e sinusite

(Foto: Divulgação) - As diferenças entre rinite e sinusite
(Foto: Divulgação)

Calor. Frio. Ar seco. Umidade. Poluição. Basta uma brusca mudança no ambiente para duas doenças darem as caras. E com essas alterações elas costumam chegar com tudo. Mas é normal que as pessoas confundam rinite e sinusite. Apesar das doenças possuírem sintomas parecidos, são necessários cuidados específicos para cada uma delas.

O otorrinolaringologista credenciado da Paraná Clínicas, Carlos Maeda, explica as diferenças entre as doenças para que você consiga dormir e acordar com tranquilidade.

Rinite

  • Trata-se da inflamação da mucosa das cavidades nasais, sendo a mais comum a de origem alérgica. Apresenta sintomas semelhantes ao do resfriado comum, tais como: prurido nasal (coceira), espirros, coriza, associados ou não a lacrimejamento, coceira nos olhos ou tosse. Os sintomas costumam aparecer após a exposição do organismo a ácaros, pelos de animais, poeira, poluição, entre outros.
  • O tratamento se baseia no controle ambiental e na utilização de medicamentos antialérgicos. Há ainda a terapia através de vacinas em determinados casos.
  • Algumas dicas do manejo do ambiente são importantes tais como: manter a casa limpa e ventilada, exposição solar, limpeza rigorosa dos cômodos, preferir persianas a cortinas comuns, higiene frequente dos bichos de pelúcia.

Sinusite

  • É a inflamação da mucosa do nariz e dos seios paranasais, melhor denominada de rinossinusite. Pode ser de causa viral, bacteriana, fúngica, entre outras. Os episódios podem ser agudos, subagudos ou crônicos, dependendo da duração dos sintomas. Geralmente a rinossinusite aguda tem origem através de um resfriado comum ou de uma crise de rinite não tratada adequadamente.
  • Os sintomas mais frequentes são congestão nasal, associada a secreção nasal de cor amarelada, dor de cabeça e sensação de peso na face, perda do cheiro ou do paladar, secreção na parte posterior do nariz. O diagnóstico é realizado através dos sinais e sintomas, e de um exame físico otorrinolaringológico. O tratamento da fase aguda é realizado através de antibióticos, descongestionantes nasais, analgésicos e irrigação nasal com soro fisiológico.
  • Nos casos crônicos ou recorrentes, algumas vezes o tratamento medicamentoso não é eficaz. Atualmente, tem-se optado pelo tratamento cirúrgico através da utilização de vídeo endoscopia nasal, com resultados excelentes para o paciente.

Colaboração Assessoria de Imprensa.