24°
Máx
17°
Min

Primeira tarefa do Governo é colocar salários dos funcionários do Hospital Municipal em dia

Michele Caputo Neto, da Secretaria de Estado da Saúde, e o secretário municipal da Saúde de Foz, André di Buriasco. - Hospital Municipal: 1ª tarefa do Governo é colocar salários em dia
Michele Caputo Neto, da Secretaria de Estado da Saúde, e o secretário municipal da Saúde de Foz, André di Buriasco.

O secretário municipal da Saúde de Foz do Iguaçu, André di Buriasco, recebeu hoje de manhã o secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto. A reunião marca a entrada oficial do Governo do Paraná na gestão do Hospital Municipal Padre Germano Lauck. À tarde, integrantes da comissão administrativa já devem iniciar os trabalhos, elegendo prioridades como o pagamento dos funcionários e aquisição de insumos e medicamentos. O primeiro desafio é saldar o 13º salário dos colaboradores, cujo prazo vence hoje. O valor é de R$ 600 mil.

O decreto nº 477/2016, que dispõe sobre a formação, designação e atribuições do grupo à frente do HM, foi publicado ontem (29). A Comissão Administrativa de Intervenção será constituída por sete membros indicados pelo secretário de Estado da Saúde, sendo cinco titulares e dois suplentes. O coordenador da comissão é Moisés Warszawiak e os membros titulares são Luiz Gustavo Lorga, Elenir Moisés Bueno, Emy Fukuda e Luciana Winter, esta última servidora municipal de carreira e atual coordenadora de enfermagem do HM.

 “A participação de um funcionário da prefeitura foi um pedido do Conselho Municipal de Saúde que foi atendido pelo Estado, mas o Comus também vai acompanhar os trabalhos e decisões”, disse Buriasco. 

Os membros suplentes são Cintia Rueda Lorga e Letycia Scolano. Caberá à comissão indicar medidas de ordem técnica, administrativa, jurídica e financeira para o restabelecimento do pleno funcionamento da entidade, emitindo relatórios de diretrizes e adotando providências cabíveis da direção do hospital. É função da comissão providenciar inventário dos bens e equipamentos, além dos respectivos laudos da situação do HM. 

O decreto também determina que a comissão avalie e aprove a programação referente a aplicação dos recursos provenientes dos serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS), bem como a adequação do quadro de pessoal e serviços do hospital. 

“O prazo da intervenção é de seis meses, mas diante das incertezas políticas de Foz do Iguaçu, a intervenção poderá ser prorrogada por mais 180 dias”, disse Caputo Neto.