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Alta do dólar limita otimismo nas taxas futuras de juros

O dólar mais forte colabora para a alta do dólar ante o real na manhã desta terça-feira, 4, e limita a pressão de baixa nos juros futuros trazida pelo otimismo com o cenário interno. Já a queda da produção industrial em agosto, divulgada mais cedo, colabora para as apostas de que a Selic será cortada na reunião do Copom de outubro.

Agora as atenções se voltam para o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, que estará de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado (10 horas), e pode dar algum sinal sobre os rumos da política monetária.

A produção industrial caiu 3,8% em agosto ante julho, dentro das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 4,30% a expansão de 0,47%, com mediana negativa de 3,10%.

Às 9h32, o DI para janeiro de 2018 estava a 12,12%, de 12,09% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2019 exibia 11,51%, mesma taxa do ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2021 estava em 11,41%, 11,38% no ajuste anterior. Segundo um operador de renda fixa, o mercado está confiante de que a PEC do teto de gastos será aprovada no Congresso.