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Balança tem superávit de US$ 1,488 bilhão na 1ª e 2ª semanas de julho

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços informou nesta segunda-feira, 11, que a balança comercial das duas primeiras semanas de julho (de 1º a 10) registrou superávit de US$ 1,488 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,975 bilhões e importações de US$ 3,487 bilhões. No acumulado do ano, o resultado também é positivo, com superávit de US$ 25,140 bilhões, fruto de exportações de US$ 95,228 bilhões e importações de US$ 70,088 bilhões.

Segundo a pasta, o resultado positivo do mês é reflexo das exportações, que registraram média mensal de (US$ 805,8 milhões) e crescimento de 2,9% ante o mesmo mês do ano passado. O ministério destacou ainda o aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (+17,4%), de US$ 103,8 milhões para US$ 121,8 milhões - em função, principalmente, de ferro fundido, açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, catodos de cobre, celulose, couros e peles - e de básicos (+8,4%), de US$ 392,3 milhões para US$ 425,4 milhões - por conta, em especial, de petróleo em bruto, minério de cobre, farelo de soja, fumo em folhas, carne suína, soja em grãos.

Por outro lado, houve queda nas vendas de produtos manufaturados (-8,2%), de US$ 290,8 milhões para US$ 266,9 milhões, por conta de aviões, motores e geradores elétricos, autopeças, veículos de carga, automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio.

Em comparação com o mês passado, as exportações registraram um aumento de 8,9%, em virtude do acréscimo nas vendas de produtos básicos (+19,7%), de US$ 355,5 milhões para US$ 425,4 milhões, e de semimanufaturados (+9,7%), de US$ 111,1 milhões para US$ 121,8 milhões. Na mesma base de comparação, caíram as exportações de manufaturados (-3,7%), de US$ 277,1 milhões para US$ 266,9 milhões.

Nas importações, a média diária até a segunda semana de julho foi de US$ 581,1 milhões e ficou 17,2% abaixo da média de julho do ano passado (US$ 702,0 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (-35,7%), veículos automóveis e partes (-33,4%), adubos e fertilizantes (-31,0%), farmacêuticos (-28,2%), combustíveis e lubrificantes (-27,4%). Ante junho de 2016, registrou-se crescimento de 0,1%, pelos aumentos em aeronaves e peças (+205,3%), siderúrgicos (+29,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+14,5%) e combustíveis e lubrificantes (+11,2%).