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Bolsa opera em queda, pressionada por ações da Petrobras

As ações da Petrobras devolvem na manhã desta terça-feira, 29, parte da valorização de mais de 6% registrada na segunda-feira, 28, e contribuem para a retração do Ibovespa. Após subir 2,38% no primeiro dia da semana, o indicador que reúne as empresas com ações mais representativas do mercado operava em queda 0,42%, aos 50.623,83 pontos.

Às 10h30, os papéis preferenciais da estatal apresentavam desvalorização de 2,73%. As ações ordinárias caíam 3,39%.

O mercado acionário brasileiro acompanha, dessa forma, o sinal negativo visto nas praças acionárias da Europa e nos índices futuros das bolsas de Nova York. Os contratos futuros de petróleo também apresentam queda hoje diante de preocupações sobre o excesso de oferta mundial.

No câmbio, o dólar mantém trajetória de valorização ante o real desde o início do dia, após o Banco Central ter vendido quase a oferta integral, ou seja, 19.520 contratos (US$ 963,5 milhões) do total de até 20 mil contratos no leilão de swap cambial reverso.

No mesmo horário citado acima, a moeda era negociada a R$ 3,6655, com alta de 1,13%. Já os juros mantêm tendência de queda. O DI para janeiro de 2018 exibia taxa de 13,31%, ante 13,37% no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2021 estava em 13,61%, de 13,71% da segunda.

O mercado de juros continua atento aos desdobramentos da reunião da executiva do PMDB. Nesta terça à tarde, o partido deve anunciar se deixa ou não a base do governo Dilma Rousseff.

Em Brasília é dado como certo que os peemedebistas optarão pelo fim da parceria com a presidente. "Temos a certeza absoluta de que vamos desembarcar (do governo). Numa escala de zero a dez, a chance de sair é dez", afirmou ontem o ex-ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha. A decisão deverá ser tomada por aclamação.