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Bolsas de NY fecham sem direção única, pressionadas por petróleo

Os principais índices acionários de Nova York fecharam em direções divergentes nesta segunda-feira, 9, com investidores pesando a alta das ações de biotecnologia e saúde, de um lado, e a queda dos papéis do setor de energia do outro, na esteira do recuo dos preços do petróleo.

O índice Dow Jones fechou em queda de 34,72 pontos (-0,20%), aos 17.705,91 pontos; o S&P 500 teve leve alta de 1,55 pontos (0,08%), aos 2.058,69 pontos; e o Nasdaq avançou 14,05 pontos (0,30%), aos 4.750,21 pontos.

Analistas sugeriram que a negociação em intervalo estreito ocorre por causa do ambiente de balanços magros e incertezas quanto à recuperação econômica global.

"Estamos digerindo o rali que se sucedeu após as mínimas de fevereiro, além da temporada de balanços", disse David Lefkowitz, estrategista sênior de renda variável da UBS Wealth Management. "Daqui em diante, acredito que será importante ver sinais efetivos de que os balanços voltarão a apresentar melhora. Acho que isso não deve ficar visível até a segunda metade do ano."

Os setores de biotecnologia e saúde lideraram os ganhos no primeiro pregão da semana. As ações da Teva Pharmaceuticals avançaram 5,05% após a companhia anunciar um lucro líquido maior do que o esperado. Allergan, que subiu 5,98%, e Mallinckrodt, que teve ganho de 6,12%, também foram destaque.

Por outro lado, o recuo dos contratos de petróleo, que fecharam em queda superiores a 2,0%, pesaram sobre o setor de energia, que liderou as perdas na sessão. Os papéis da Chevron foram destaque, com queda de 1,48%. Individualmente, a Caterpillar registrou a maior perda entre as ações do Dow Jones, -3,52%. Fonte: Dow Jones Newswires