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Bovespa exibe queda pressionada por Petrobras e Nova York

A Bovespa abriu instável mas logo firmou-se em baixa nesta segunda-feira, 14, contrariando o otimismo inicialmente esperado depois das manifestações contra o governo Dilma Rousseff, que levaram no domingo às ruas pelo menos 3 milhões de pessoas em todo o País. O fato é que a Bovespa acumula ganhos de mais de 15% apenas no mês de março, o que limita o desempenho da Bolsa doméstica.

As perdas são conduzidas principalmente pelas ações da Petrobras, que são penalizadas pelo declínio de mais de 2,0% do petróleo no mercado internacional. Às 10h32, o Ibovespa recuava 0,34%, aos 49.467,62 pontos, enquanto os papéis da estatal perdiam 2,28% (ON) e 2,47% (PN).

Com o início do horário de verão nos EUA, a partir de hoje os negócios à vista com ações em Nova York começam às 10h30. Em Wall Street, há instantes, as bolsas abriram em baixa, em um movimento de realização de lucros após os mercados à vista fecharem no maior nível do ano na última sexta-feira e acumularem ganhos pela quarta semana consecutiva.

As bolsas são pressionadas ainda pela fraqueza do petróleo, que chegou a cair mais de 3% perto do horário do fechamento deste texto.