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Bovespa ronda a estabilidade, mas firma-se em queda após Nova York

A Bovespa bem que tentou nesta segunda-feira, 6, dar continuidade aos ganhos vistos nas últimas sessões, amparada pela recuperação das commodities no exterior, mas, por volta das 9h50, sucumbiu ao campo negativo, pressionada por ordens de venda pontuais de investidores estrangeiros.

Às 10h44, o Ibovespa recuava 0,39%, aos 50.421,54 pontos, na contramão do sinal positivo das bolsas de Nova York, onde os negócios tiveram início há instantes. A expectativa dos mercados hoje é por dois discursos da presidente do Federal Reserve, Janet Yellen - às 13h30 e às 15 horas -, depois da decepção com o payroll, na última sexta-feira.

No Ibovespa, os papéis da Vale avançam 2,52% (ON) e 2,22% (PNA), acompanhando o bom desempenho de suas pares globais diante da recuperação dos preços do minério de ferro no mercado à vista chinês.

Conforme dados do The Steel Index, a cotação do insumo subiu 3,3% e foi a US$ 50,6 a tonelada seca, registrando a segunda elevação consecutiva. Petrobras sobe 0,56% (ON) e 0,58% (PN), em linha com a valorização de mais de 2,0% dos contratos futuros de petróleo em Londres e em Nova York, apoiados por problemas na produção global da commodity que ajudam a reduzir a oferta disponível no mercado físico.

Nas últimas semanas, problemas na produção na Nigéria e no Canadá retiraram mais de 3 milhões de barris por dia do mercado.