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Bovespa sobe na esteira de apetite externo ao risco e Petrobras e Vale em alta


A Bolsa de Valores de São Paulo iniciou a semana em alta, influenciada pelo maior apetite externo ao risco influenciado pela possibilidade de novos estímulos à economia na Ásia, além da alta no preço do petróleo e do minério de ferro no exterior. Nesta segunda-feira, 15, pela manhã, o Ibovespa subia 1,81%, aos 40.525,99 pontos. Na máxima, o indicador que reúne as principais empresas com ações negociadas no País chegou aos 40.671 pontos, com variação de +2,17%.

Dos 61 papéis que compõem a carteira teórica do índice à vista, apenas três exibiam queda. As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta segunda-feira, e o mercado europeu apresenta tendência de recuperação em um dia marcado pelo feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos.

As ações da Petrobras e da Vale operam em alta. Os papéis preferenciais da estatal do petróleo sobem 3,65% sobre o fechamento de sexta-feira. As ações ordinárias avançam 2,70%. Já as ações preferenciais da Vale exibem elevação de 3,70%. Os papéis ordinários crescem 4,29%.

Por volta das 10h45 (horário de Brasília), o petróleo era negociado a US$ 29,96 por barril no mercado eletrônico da New York Mercantile Exchange (Nymex), com alta de 1,73% sobre sexta-feira passada. O Brent para abril subia 1,08%, a US$ 33,72 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já o minério de ferro iniciou a semana com alta de 5,6% no mercado à vista chinês, cotada em US$ 45,6 a tonelada seca, marcando, assim, o maior valor da tonelada do insumo em 2016, de acordo com dados do The Steel Index. A variação marca o fim das festividades do ano novo chinês.

Internamente, os investidores acompanham as negociações envolvendo o corte de despesas do Orçamento deste ano, que pode ser anunciando até sexta-feira pelo ministro da Fazenda, Nelson Barbosa.

O contingenciamento faz parte de um pacote que terá medidas de fixação de um teto para o gasto e de uma banda de flutuação da meta fiscal, além do alongamento das dívidas dos Estados e municípios com a União. Conforme apurou o Broadcast (serviço de notícias em tempo real da Agência Estado), o corte deverá ser entre R$ 23 bilhões e R$ 24 bilhões.