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Bovespa tem fôlego limitado e termina o dia em leve queda de 0,27%

Negociada no maior patamar em quase dois anos, a Bovespa encontrou dificuldade para dar andamento aos ganhos recentes e terminou o pregão desta quinta-feira, 18, em leve queda.

O fôlego também foi reduzido nos mercados acionários em Nova York, que mais cedo passavam por uma realização de lucros mas fecharam com ganhos moderados em virtude da valorização do petróleo. Os preços da commodity subiram pela sexta sessão seguida e, por aqui, limitaram o movimento de ajuste dos ganhos recentes.

No Ibovespa, as ações da Petrobras terminaram em alta de cerca de 1,0%. Além do fator técnico, pesa negativamente a cautela em relação à política monetária do Federal Reserve, depois de o presidente da distrital de Nova York, William Dudley, mostrar confiança na recuperação da economia dos Estados Unidos e deixar os investidores alertas quanto à retomada do aperto monetário no país.

O Ibovespa terminou o pregão desta quinta-feira em queda de 0,27%, aos 59.166,01 pontos, depois de passar praticamente toda a sessão em território negativo. Mais cedo, chegou a perder o patamar dos 59 mil pontos, com mínima aos 58.829 pontos (-0,83%). Já na máxima, chegou a subir 0,16%, aos 59.418 pontos, pontuação máxima do ano. O giro financeiro somou R$ 6,42 bilhões. Em agosto, a Bolsa acumula alta de 3,24% e, no ano, tem ganho de 36,49%.

As ações da Petrobras subiram 1,81% (ON) e 0,94% (PN). O petróleo marcou sua sexta alta consecutiva, beneficiado pelo dólar mais fraco e pelas expectativas sobre uma reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que pode discutir um congelamento da produção em setembro.

Já as ações da Vale recuaram 1,05% (ON) e 0,99% (PNA), penalizadas pelo recuo de 0,5% do minério de ferro no mercado chinês, para US$ 60,8 a tonelada seca, de acordo com dados do The Steel Index.