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Cautela predomina no mercado de juros com aversão a risco no exterior

Os mercados internacionais ditam o rumo dos negócios locais nesta segunda-feira, 13, de agenda esvaziada, na qual o destaque local do dia é a cerimônia de transmissão da presidência do Banco Central para Ilan Goldfajn, às 15 horas. Enquanto isso, os investidores no Brasil embarcam no temor de que o Reino Unido decida, em referendo no dia 23, sair da União Europeia.

Os juros futuros mostraram instabilidade na abertura, mas agora as taxas mais longas acompanham a alta do dólar. Às 9h25, O DI para janeiro de 2018 estava em 12,68%, mesma do ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2021 exibia 12,63%, de 12,58% no ajuste anterior.

Em segundo plano está o Boletim Focus, que mostrou nova revisão para cima do IPCA para 2016, de 7,12% para 7,19%. Já as estimativas para o IPCA de 2017, que é agora o foco do BC, seguem em 5,50%.

Por outro lado, a previsão para PIB deste ano passou de retração de 3,71% para -3,60% e, para 2017, de crescimento de 0,85% para 1%. As projeções para Selic ao fim de 2016, por sua vez, aumentaram de 12,88% para 13%, e seguem em 11,25% no fim de 2017.

Ao longo da semana, a expectativa é pela ata do Copom, na quinta-feira, referente à última reunião de política monetária conduzida por Alexandre Tombini.