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Depois de mostrar instabilidade, Bovespa ignora queda em NY e firma alta

O Ibovespa ficou instável na abertura dos negócios desta sexta-feira, 12. Abriu em alta, passou a cair e, mesmo após a abertura negativa das bolsas em Nova York às 10h30, voltou a subir. Um dos motivos para a alta no mercado brasileiro é a maior assertividade no comportamento dos preços do petróleo, que firmaram alta há pouco em meio à desvalorização global do dólar.

Também pesam a favor da alta a reação positiva do investidor ao balanço da Petrobras. "Apesar de o lucro ter vindo abaixo das estimativas, vários pontos do resultado foram bons. O lucro operacional, por exemplo, surpreendeu alguns setoristas positivamente", afirma um analista de uma tradicional corretora de São Paulo.

Às 10h53, o Ibovespa estava na máxima aos 58.671 pontos (+0,64%). Pouco antes, havia marcado mínima aos 58.091 pontos (-0,36%). Colaboram para a alta algumas blue chips, em especial a PN da Petrobras (+2,78%), e a ON (+1,74%). O Brent (contrato para outubro) avançava 0,30%. O WTI (contrato para setembro) ganhava 0,67%.

Outra influência doméstica de alta, na avaliação do sócio e analista de investimentos da Upside Investor, Pedro Galdi, é o resultado melhor que o esperado do IBC-Br de junho.

A economia brasileira voltou a subir em junho (+0,23%) na série com ajuste sazonal, de acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). A taxa é superior à mediana positiva de 0,18% obtida com as estimativas de 21 analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que iam de queda de 0,60% a alta de 0,45%.