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Em compasso de espera, Ibovespa tem poucas oscilações e fecha em baixa de 0,16%

O compasso de espera por definições nos cenários interno e externo levou a Bovespa a andar "de lado" mais uma vez nesta terça-feira, 26, oscilando em um intervalo pequeno, e com o fechamento próximo da estabilidade. A expectativa pelas reuniões de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Banco do Japão manteve a cautela dos investidores, em meio ao noticiário bastante esvaziado no Brasil, onde o Congresso está inativo. Ao final dos negócios, o Índice Bovespa teve baixa de 0,16%, aos 56.782,75 pontos.

As principais referências para os negócios por aqui foram ainda as bolsas americanas e o noticiário corporativo, com balanços, teleconferências e avaliações técnicas. Com o petróleo em baixa e os resultados corporativos mistos nos Estados Unidos, o mercado acionário americano teve um dia de perdas leves.

Por aqui, as ações da Petrobras não tiveram fôlego para resistir a mais um dia de perdas dos preços do petróleo e caíram. Petrobras ON e PN terminaram o dia em queda de 0,15% e 1,25%, respectivamente. Ações dos setores financeiro, de consumo e imobiliário também tiveram baixa, contribuindo para a queda do Ibovespa. Foi o caso de Raia Drogasil ON (-2,59%), de Itaú Unibanco PN (-1,27%) e de BR Malls ON (-1,08%).

Já as ações da Vale deram boa sustentação ao Ibovespa ao longo do dia e limitaram a baixa do índice. Os papéis subiram 5,74% (ON) e 4,29% (PNA), amparados na alta de 2,9% do minério de ferro no mercado à vista chinês e pela valorização de outras mineradoras pelo mundo. O setor siderúrgico acompanhou esse movimento e as ações desse segmento estiveram entre as maiores altas do Ibovespa. Entre elas, destaque para a líder Usiminas PNA (+5,92%), Gerdau PN (+3,68%) e CSN ON (+2,09%).

O volume de negócios na bolsa brasileira somou R$ 6,19 bilhões, próximo dos R$ 6,70 bilhões da média diária de julho. Com o resultado de hoje, o Ibovespa acumula alta de 10,20% em julho e de 30,99% em 2016.