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Emergentes vão crescer mais este ano

A desaceleração das economias emergentes parece ter atingido o piso em 2015 e há expectativa de aumento do vigor desse conjunto de países em 2016 e 2017. As únicas exceções são o Brasil e a Rússia, que devem continuar em recessão profunda neste ano. A avaliação foi apresentada na quarta-feira, 16, pelo economista-chefe do banco Nordea, Helge Pedersen. Apesar do risco de pouso forçado, a China parece caminhar rumo à normalização, com crescimento esperado de 6,5% pelos próximos anos.

Para o banco, o ritmo de crescimento do conjunto de países emergentes vai aumentar de 3,6% em 2015 para 4% em 2016. Nas economias desenvolvidas, há ligeira desaceleração, de 2,1% para 2%. No conjunto da economia global, o PIB do mundo deve ganhar força e passar de 3% no ano passado para 3,1% em 2016.

Entre as economias com ritmo mais forte, destaque para a Índia, que deve ter expansão do Produto Interno Bruto (PIB) de 7,6% neste ano, ante 7,5% no ano passado. Assim, o país vai crescer mais rápido que a China, que deve terminar o ano com expansão de 6,5%, ante 6,9% no ano passado.

Para o Brasil, o banco prevê contração do PIB de 3,5% neste ano - o pior desempenho entre 24 economias e blocos destacados no documento. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.