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EUA sugerem aplicar ação em larga escala

"Temos de usar todos os métodos disponíveis contra o Aedes. A Wolbachia, por exemplo, precisa ser aplicada em grande escala", disse o diretor da Divisão de Doenças Transmitidas por Vetores do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, Lyle Peterson, anteontem.

Fêmeas do mosquito infectadas com Wolbachia sempre geram filhotes com a bactéria - quando acasalam com machos sem a bactéria ou com a bactéria. Quando as fêmeas sem Wolbachia acasalam com machos com a bactéria, os óvulos fertilizados morrem. Com isso, depois de sucessivas gerações, o número de mosquitos machos e fêmeas infectados tende a aumentar até que a população inteira de mosquitos carregue a bactéria.

Morte

Na Austrália, onde a experiência teve início em 2009, 95% dos mosquitos Aedes nas áreas de testes estão infectados com Wolbachia. A Fiocruz começou a fazer experimentos cinco anos depois. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo