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Grupo Transportes foi o que mais contribuiu para aceleração do IPC-S, diz FGV

(Foto: Luiz Costa/ SMCS) - Grupo Transportes foi o que mais contribuiu para aceleração do IPC-S
(Foto: Luiz Costa/ SMCS)

O grupo Transportes, que acelerou de 0,32% na primeira quadrissemana de agosto para 0,36% na segunda leitura do mês, foi o que mais contribuiu para a variação maior do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) entre os dois períodos, divulgado nesta terça-feira, 16, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Neste grupo de despesa, a FGV mencionou o comportamento do etanol (+0,96% para +2,19%). O indicador geral subiu 0,02 ponto porcentual, de 0,46% para 0,48% entre os dois períodos.

Dentre as outras cinco classes de despesas que registraram acréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento de artigos de higiene e cuidado pessoal (2,38% para 2,58%) no grupo Saúde e Cuidados Pessoais; show musical (9,49% para 11,87%) em Educação, Leitura e Recreação; tarifa de telefone móvel (0,01% para 1,86%) em Comunicação; conserto de eletrodomésticos (0,88% para 1,13%) em Habitação; camisa masculina (0,73% para 1,00%) em Vestuário.

De forma isolada, os itens com as maiores influências positivas foram leite tipo longa vida (apesar de a taxa ter desacelerado de 13,60% para 11,00%), show musical (9,49% para 11,87%), refeições em bares e restaurantes (0,59% para 0,82%), perfume (3,59% para 4,38%) e plano e seguro saúde (que manteve a mesma taxa de variação de 1,05%).

Já os cinco itens com as maiores influências negativas foram batata-inglesa (apesar de a deflação ter recuado de -20,30% para -18,95%), tarifa de eletricidade residencial (a despeito de a taxa negativa ter recuado de -1,85% para -1,67%), cebola (mesmo com a deflação recuando de -28,72% para -26,75%), tomate (apesar de a variação ter caído de -10,36% para -9,91%) e alface (-4,54% para -9,13%).