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Ibá: produção de celulose cresce 9,2% em janeiro

A produção de celulose no Brasil foi de 1,592 milhão de toneladas em janeiro, uma alta de 9,2% na comparação com o mesmo mês de 2015. As exportações na mesma base de comparação cresceram 4,4%, para 959 mil toneladas, enquanto as importações avançaram 5,4%, para 39 mil toneladas. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 25, pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá).

Já a produção de papéis caiu 2,5% em janeiro, para 849 mil toneladas. As vendas domésticas no mesmo intervalo subiram 2,6%, para 440 mil toneladas, enquanto as exportações subiram 1,3%, para 156 mil toneladas. As importações caíram 38,2%, para 55 mil toneladas.

No primeiro mês de 2016, as vendas domésticas de painéis de madeira recuaram 18,8%, para 462 mil metros cúbicos, enquanto as exportações tiveram uma alta de 50%, para 54 mil metros cúbicos.

Receita

No primeiro mês de 2016, a receita de exportações de celulose, painéis de madeira e papel totalizou US$ 646 milhões FOB, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o total foi de US$ 588 milhões. O saldo da balança comercial do setor de janeiro é de US$ 555 milhões FOB, valor 23,1% maior na comparação anual.

Na divisão das exportações brasileiras de celulose por destino, a maior expansão foi identificada na América Latina, de 250%, para US$ 21 milhões FOB, seguida pela Ásia/Oceania, de 103,4%, com US$ 59 milhões FOB. A China ultrapassou a Europa e foi o principal mercado consumidor da celulose brasileira em janeiro, com US$ 184 milhões FOB, um avanço de 13,6% na comparação com 2015. Para a Europa, foram exportados US$ 175 milhões, um recuo de 2,8%. Para a América do Norte foram US$ 51 milhões, um crescimento de 13,3%.

Já na divisão por destino das exportações de papel, a América Latina concentrou a maior parte dos valores, com US$ 75 milhões FOB, mas um recuo de 12,8% em janeiro de 2016 ante 2015. Na sequência aparece a Europa, com US$ 23 milhões FOB, queda de 4,2%, e América do Norte, com US$ 13 milhões FOB, um declínio de 18,8%.