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Indicador Antecedente Composto sobe 1,9% em julho, revelam FGV e Conference Board

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil subiu 1,9% em julho ante junho de 2016, para 97,8 pontos, divulgaram nesta terça-feira, 16, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e o Conference Board. Este é o sexto mês consecutivo de avanço no indicador, após aumentos de 2,8% em maio e de 1,9% em junho, na margem. Dos oito componentes, quatro contribuíram positivamente para o índice em julho: os Índices de Expectativas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor; e o Índice de Ações Ibovespa.

Já o Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE), que mede as condições econômicas atuais, ficou estável entre junho e julho, mantendo a marca de 98,1 pontos. Considerando a revisão de dados nos últimos meses dos indicadores que o compõem, o resultado sucede estabilidade em maio e um avanço de 0,2% em junho.

A trajetória dos componentes de expectativas do IACE determinou um novo avanço do indicador, segundo o economista do Ibre Paulo Picchetti. "Ainda que esta melhora deva ser considerada uma condição necessária para a reversão do ciclo econômico, fundamentos importantes - que costumam estar associados às condições suficientes de uma recuperação - ainda não apresentam desempenho semelhante no período, o que se reflete na estabilidade do ICCE", diz.