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Indicadores antecedentes da OCDE recuam levemente em março, mas Brasil melhora

O índice de indicadores antecedentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) recuou de 99,7 em fevereiro para 99,6 em março. Já no caso do Brasil, a leitura subiu de 98,0 em fevereiro para 98,3, ainda que continue em patamar baixo. Uma leitura inferior a 100,0 aponta para crescimento mais fraco que o normal.

A pesquisa da OCDE sugere que a situação econômica pode melhorar no Brasil e na Rússia nos próximos meses, enquanto se estabiliza na Alemanha e no Japão. A entidade sediada em Paris diz também que os sinais apontam para desaceleração nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Itália.

Os indicadores antecedentes sugerem que uma desaceleração mais forte e disseminada é improvável e que os dirigentes de bancos centrais podem não ter de lançar mais medidas de estímulo. O relatório da OCDE busca mostrar sinais iniciais de mudanças na aceleração ou na perda de fôlego da atividade econômica e é feito a partir de uma variedade de dados que têm um histórico de antecipar mudanças na atividade econômica futura. As alterações na atividade econômica sinalizadas pelos indicadores geralmente ocorrem de seis a nove meses após os sinais serem registrados.

O índice de indicadores antecedentes da zona do euro caiu de 100,5 em fevereiro para 100,4 em março, enquanto o dos EUA recuou de 98,9 para 98,8 na mesma comparação. A leitura para a China ficou estável em 98,3, a da Rússia subiu de 98,4 para 98,6 e a da Alemanha manteve-se me 99,7. No caso do Reino Unido, ela também ficou estável, em 99,1, e na Itália houve recuo, de 100,8 para 100,7. Fonte: Dow Jones Newswires.