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Índice de Preços ao Consumidor de Curitiba avança em julho

(Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil) - Índice de Preços ao Consumidor de Curitiba avança em julho
(Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

O Índice de Preços ao Consumidor do município de Curitiba (IPC), de julho, atingiu o patamar de 0,64%, resultado 0,36 pontos percentuais (p.p.) maior que a taxa de junho e 0,10 p.p. inferior que a aferida em julho de 2015, de acordo com pesquisa do Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social) . 

Exerceram forte pressão sobre o índice mensal a alta em Alimentos e Bebidas assim como os aumentos em Despesas Pessoais e Comunicação. No outro extremo, os grupos Transporte, Vestuário e Habitação oscilaram negativamente, restringindo, assim, avanços ainda maiores no índice geral.

No grupo Alimentos e Bebidas foi possível observar a majoração de produtos como leite pasteurizado integral (17,76%), feijão-preto (31,44%), leite pasteurizado desnatado (18,01) e arroz (9,61%) e quedas em cebola (-32,59%), batata-inglesa (-24,83), mamão (-21,89%) e tomate (-17,12%).

Já o grupo Despesas Pessoais foi influenciado pelos reajustes de 14,38% em pacotes turísticos nacionais, de 13,13% em pacotes turísticos internacionais e de 6,66% em ração para cães. 

Em Comunicação, destaca-se serviço de telefonia celular, com alta de 11,39%; em Saúde e Cuidados Pessoais ocorreram oscilações de 4,06% em plano de saúde e de 5,27% em perfume.

A retração do grupo Transporte vincula-se aos decréscimos de gasolina comum (-1,44%), motocicleta zero km (-2,13%), passagem aérea (-3,97%), automóvel usado (-0,17%) e álcool combustível (-2,68%); por outro lado, ocorreram altas de 8,85% em tarifa de ônibus interestadual e de 1,61% em automóvel importado zero km.

O Vestuário foi impactado pelas quedas em blusa e camisa femininas (-3,93%), agasalho masculino (-8,76%), calça feminina (- 4,48%) e agasalho feminino (-14,98%) e pelas altas em terno (7,52%) e calça masculina (5,10%). Já em Habitação, o destaque fica por conta da diminuição de -2,59% no valor da tarifa de energia elétrica residencial.