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Inflação pelo IPC-S desacelera de 0,44% para 0,41% na 2ª quadrissemana de julho

(Foto: Marcos Santos/ USP Imagens) - Inflação pelo IPC-S desacelera de 0,44% para 0,41%
(Foto: Marcos Santos/ USP Imagens)

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,41 na segunda quadrissemana de julho, informou nesta segunda-feira, 18, a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,03 ponto porcentual abaixo do registrado na leitura imediatamente anterior, quando o indicador apresentou variação de 0,44%.

Das oito classes de despesas analisadas, quatro decréscimo em suas taxas de variação: Habitação (0,44% para 0,26%), Transportes (-0,13% para -0,16%), Vestuário (0,10% para -0,07%) e Comunicação (0,10% para 0,09%).

Em contrapartida, apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Alimentação (0,82% para 0,89%), Despesas Diversas (0,50% para 0,59%), Educação, Leitura e Recreação (0,72% para 0,76%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,51% para 0,54%).

Habitação

O grupo Habitação, que recuou de 0,44% na primeira quadrissemana de julho para 0,26% na segunda, foi o que mais contribuiu para a desaceleração do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), divulgada nesta segunda-feira. O indicador geral recuou 0,03%, de 0,44% para 0,41% entre os dois períodos.

Em Habitação, o item que mais contribuiu para a desaceleração foi a tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 0,07% para -0,62%. Nas outras três classes de despesas que apresentaram decréscimo, a FGV destacou o comportamento dos itens tarifa de ônibus urbano (0,29% para -0,04%), no grupo Transportes; acessórios do vestuário (1,04% para 0,37%), em Vestuário; e tarifa de telefone móvel (0,29% para 0,19%), em Comunicação.

De forma isolada, os itens com as maiores negativas foram mamão papaya (-34,07% para -39,90%), cebola (-30,60% para -34,79%), gasolina (ainda que tenha acelerado de -1,52% para -1,25%), manga (-21,43% para -27,88%) e tarifa de eletricidade residencial (0,07% para -0,62%).

Já os itens com maiores influências positivas foram leite tipo longa vida (13,09% para 15,08%), feijão-carioca (ainda que tenha desacelerado de 47,37% para 42,12%), passagem aérea (21,38% para 21,53%), plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 1,05%), e feijão-preto (22,87% para 31,72%).