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Juros futuros fecham em queda alimentada por questões políticas e técnicas

Os juros futuros de médio e longo prazos encerraram a sessão desta quinta-feira, 2, em queda, refletindo principalmente novidades do cenário político, enquanto os curtos ficaram perto dos ajustes anteriores. A informação sobre uma possível antecipação do cronograma da votação do processo de impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff, de agosto para julho, e o desmonte de operações de proteção relacionadas ao leilão de prefixados do Tesouro Nacional reforçaram à tarde a tendência baixista dos prazos a partir de 2018 vista desde a abertura, em reação à aprovação da prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU) pelo plenário da Câmara nesta madrugada, em primeiro turno.

Ao término da sessão regular da BM&FBovespa, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2017 (122.491 contratos) fechou com taxa de 13,615%, de 13,605% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2018 (246.450 contratos) caiu de 12,74% para 12,66%, fechando na mínima. O DI janeiro de 2019, com 139.190 contratos, encerrou a 12,56%, de 12,66%. O DI janeiro de 2021, com 144.261 contratos, passou de 12,77% para 12,64%.