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Noticiário político e Petrobras seguem no foco e Bovespa sobe na abertura

A Bovespa tem leve alta no início do pregão desta segunda-feira, 21, antes da abertura dos negócios em Nova York, que pode ajudar a dar mais direção para os negócios aqui. O noticiário político - que vem conduzindo os ganhos da Bolsa nas últimas semanas, em meio às expectativas de queda da presidente Dilma Rousseff - segue no foco. O balanço da Petrobras, que será divulgado após o fechamento, é um dos destaques do dia.

Às 10h25, o Ibovespa subia 0,27%, aos 50.950,93 pontos. Entre as blue chips, Petrobras (ON -1,17 e PN -1,23%) operava em queda, enquanto Vale (ON +2,22% e PN +1,86%) subia e bancos tinham desempenho misto (Itaú PN -0,54% e Bradesco PN +0,04%).

O noticiário político segue no foco, com a 25ª fase da Lava Jato, que deflagrou nesta madrugada sua primeira etapa internacional, em Lisboa, Portugal. Um dos objetivos é a prisão preventiva do lobista Raul Schmidt Felipe Junior, foragido desde julho de 2015. Além disso, a comissão especial da Câmara que analisa o impeachment da presidente reúne-se à tarde, enquanto o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), tenta garantir o quórum mínimo no plenário para abrir sessão ordinária e acelerar o prazo que Dilma tem para apresentar sua defesa.

Há ainda expectativa pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o pedido de habeas corpus impetrado por advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais seis juristas pela suspensão da decisão do ministro Gilmar Mendes que, aos deferir os mandados de segurança e suspender a nomeação do ex-presidente como ministro da Casa Civil, devolveu ao juiz Sergio Moro as ações referentes a Lula na Lava Jato.

No front corporativo, o destaque é o balanço referente ao quarto trimestre de 2015 da Petrobras. Conforme apurou o Broadcast, apesar da falta de consenso em relação ao resultado líquido da estatal, analistas projetam uma discreta melhora nos indicadores operacionais, a começar pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização). As projeções de sete instituições consultadas para o resultado da estatal variam de prejuízo líquido de R$ 9,7 bilhões a lucro de R$ 7 bilhões.