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Pelo segundo dia, Ibovespa tem alta expressiva e supera os 53 mil pontos

A Bovespa teve mais um dia de ganhos expressivos nesta quarta-feira, 13, novamente sustentados pelo otimismo em relação ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O Índice Bovespa teve alta de 2,21% e fechou aos 53.149,84 pontos, maior patamar desde 14 de julho de 2015.

A dois dias do início da sessão de votação do impeachment no plenário da Câmara, os investidores continuaram a acompanhar o placar de intenção de voto dos deputados. Além disso, seguem contabilizando cada notícia que possa indicar enfraquecimento do governo. Depois da saída do PP da base governista ontem, hoje o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, que é ligado à legenda, entregou sua carta de demissão à presidente Dilma. É esperado ainda para hoje o anúncio do PSD sobre a permanência ou não na base de apoio.

Além do cenário político, os investidores contaram com a referência positiva do cenário internacional. Mesmo com o petróleo em baixa, as bolsas de Nova York operaram em alta durante todo o dia. As ações da Petrobras terminaram o dia com ganhos de 4,23% (ON) e de 5,32% (PN).

Por conta da boa notícia vinda da China, que anunciou resultados de importação de commodities maiores que o previsto, as três ações da carteira Ibovespa com a maior valorização porcentual foram a ON da CSN (+20,33%), mesmo depois da alta de 20,62% de ontem. Em seguida, apareceram a PN da Gerdau Metalúrgica (+13,41%) e a PNA da Usiminas (+11,56%).

O vencimento de Ibovespa futuro nesta quarta-feira gerou volatilidade e inflou o giro financeiro. No total, o volume negociado superou os R$ 25 bilhões, sendo que a média diária do mês é de R$ 6,565 bilhões. Na máxima, o Ibovespa chegou a subir 3,54%, aos 53.844 pontos. Na mínima, marcou 52.010 pontos (+0,10%).