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Queda de bolsas estrangeiras e pressão positiva interna deixam Ibovespa instável

A Bovespa tem um dia de instabilidade nesta terça-feira, 2. Depois de abrir em queda, absorvendo a indisposição do investidor em assumir mais posições compradas nos mercados de ações na Europa e Nova York, o Ibovespa reverteu a tendência e passou a subir. Por alguns minutos, sustentou o sinal positivo mas, depois, voltou a cair.

A pressão de queda vem do exterior. O tom de cautela acontece em meio a preocupações com economias desenvolvidas, principalmente a japonesa. O Banco do Japão anunciou um pacote de 28 trilhões de ienes, cerca de US$ 247 bilhões.

Na Bolsa, as ações do Itaú Unibanco geram pressão de alta sobre o Ibovespa. Por volta das 10h40, concentravam a maior fatia do giro financeiro. Os papéis sobem após o banco divulgar lucro líquido recorrente de R$ 5,575 bilhões no segundo trimestre de 2016.

O valor ficou 11,5% acima da média de R$ 5 bilhões estimada a partir das previsões de 12 casas consultadas pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o resultado foi 9,11% menor.

O petróleo em alta é um contraponto ao movimento visto no mercado acionário internacional e impacta o mercado global de moedas. No câmbio local, o dólar cai perante o real. A moeda americana também perde valor em relação a moedas estrangeiras e às principais divisas emergentes e ligadas a commodities.

Às 11h03 desta terça, a PN do Itaú subia 0,87%. O Ibovespa caía 0,48% aos 56.484 pontos. Na mínima, o índice marcou 56.402 pontos. Na máxima, chegou a 56.974 pontos.