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Região Sul apresentou a maior retomada da atividade em junho, aponta BC

O Sul foi a região que apresentou a maior retomada da atividade em junho na comparação com o mês anterior, de acordo com dados do Banco Central (BC) já ajustados sazonalmente. Nesse período, o Brasil teve crescimento econômico de 0,23%, liderado, principalmente, pelos desempenhos do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná.

Na divulgação anterior feita pelo BC, referente a maio, foram justamente estes os Estados que haviam puxado o resultado negativo do Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) para baixo (-0,45%). O comportamento econômico de junho para todo o País na margem veio um pouco acima das expectativas do mercado financeiro, que previa alta de 0,18% para o período.

Conforme o BC, o IBC-S (região Sul) subiu de 138,66 pontos para 140,54 pontos de um mês para o outro (+1,36%). Com a mesma tendência altista de maio para junho, apresentou-se o Norte do País, ao avançar 1,20% (de 154,09 pontos para 155,94 pontos). A região foi a única a apresentar alta pelo segundo mês consecutivo. Já no Sudeste, o crescimento foi de 0,96%, saindo de 141,34 pontos para 142,7 pontos - também na série dessazonalizada.

As regiões Centro-Oeste e Nordeste, entretanto, evitaram que a alta nacional fosse maior. No Nordeste ainda houve crescimento, de 0,11%, de um mês para o outro, mas abaixo da média do País. No período, o IBC-NE passou de 142,21 para 142,37 pontos. O Centro-Oeste foi a única região a mostrar recuo de maio para junho (-0,19%). O IBC-CO passou de 145,28 para 145,01 pontos. Esta é a quarta queda consecutiva da atividade da maior região produtora de grãos do País.

Reservas

As reservas internacionais brasileiras caíram US$ 63 milhões nesta quinta-feira, 11, informou na tarde desta sexta-feira, 12, o BC. Pelo conceito de liquidez internacional, as reservas passaram de US$ 377,545 bilhões na quarta-feira (10) para US$ 377,482 bilhões na quinta-feira. O resultado reflete, entre outros pontos, a oscilação do valor de mercado dos ativos que compõem as reservas, como os títulos da dívida dos Estados Unidos e de outros países.