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Taxas de juros futuros recuam com ação da PF e em sintonia com dólar

Os juros futuros recuam desde a abertura, em linha com o dólar, reagindo à notícia sobre a megaoperação da Polícia Federal deflagrada na manhã desta quinta-feira, 23, que já resultou na prisão do ex-ministro das Comunicações e do Planejamento nos governos de Lula e de Dilma Paulo Bernardo (PT-PR), marido da senadora e ex-ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann (PT-PR).

O movimento é influenciado ainda pela possibilidade de permanência do Reino Unido na União Europeia. Pelo menos quatro sondagens divulgadas pela manhã apontam nessa direção.

Ainda sobre a PF, Paulo Ferreira, ex-tesoureiro do PT também foi preso. Já o ex-ministro da Previdência Social Carlos Gabas no governo Dilma é alvo de condução coercitiva.

As atenções do mercado estarão também na participação do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de evento em São Paulo nesta quinta e na coletiva da Polícia Federal, às 11 horas, para explicar operação Custo Brasil, desdobramento da Lava Jato.

Outra notícia digerida é a de que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu transformar, pela segunda vez, o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em réu da Operação Lava Jato.

Às 9h38, o DI para janeiro de 2018 a 12,66%, de 12,69% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 estava em 12,46%, de 12,49%.

A expectativa com o leilão de títulos do Tesouro, de Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Letras Financeiras do Tesouro (LFTs) pode limitar o recuo das taxas futuras.