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Taxas de juros sobem em dia de exterior negativo, deixando Cunha em segundo plano

Os juros futuros mostram viés de alta na manhã desta terça-feira, 13, em sintonia com o dólar, deixando em segundo plano o resultado das vendas no varejo de julho e a cassação de Eduardo Cunha. O tom de cautela nas praças internacionais, com petróleo em queda ao redor de 2% e dólar mais forte. Colabora também para a pressão de alta nas taxas futuras a expectativa com o leilão de venda de NTN-B do Tesouro.

Às 9h25, o DI para janeiro de 2018 estava em 12,57%, na máxima, de 12,55% no ajuste de segunda-feira. O DI para janeiro de 2019, o mais negociado, estava em 12,03%, na máxima, de 11,99% no ajuste de segunda O vencimento para janeiro de 2021 exibia 12,04%, de 11,98%.

As vendas do comércio varejista caíram 0,30% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, dentro do intervalo das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 0,90% a crescimento de 0,70%, com mediana de estabilidade.

Na comparação com julho de 2015, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram baixa de 5,3% em julho de 2016. Nesse confronto, as projeções iam de declínio de 3,40% a recuo de 6,50%, com mediana negativa de 5,00%.