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Taxas futuras de juros caem com IPCA e renovam mínimas após emprego nos EUA

A criação de emprego menor nos Estados Unidos em setembro anima os mercados globais na manhã desta sexta-feira, 7, e reforça o clima mais otimista no Brasil. Após o indicador, os juros futuros, que já caíam com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais fraco em setembro, renovaram mínimas, diante de uma cenário favorável a corte da Selic este mês e também de postergação para início de alta de juros nos EUA.

Os EUA criaram 156 mil em setembro, de previsão de +170 mil, e de 167 mil vagas criadas em agosto. A taxa de desemprego subiu a 5,0% em setembro, de 4,9% em agosto.

Já o IPCA de setembro ficou em 0,08%, de 0,44% em agosto, abaixo do piso das estimativas (de alta de 0,10% a 0,23%). Foi o menor resultado desde julho de 2014, quando estava em 0,01%. Considerando apenas os meses de setembro, o resultado foi o mais baixo desde 1998, quando o IPCA ficou em queda de 0,22%,

Às 9h37, o DI para janeiro de 2017 estava em 13,650%, de 13,701% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2018 exibia 11,94%, de 12,01%. O vencimento para janeiro de 2019 estava em 11,33%, de 11,40% no ajuste de quinta-feira. O DI para janeiro de 2021 estava em 11,28%, de 11,33% no ajuste anterior.