21°
Máx
17°
Min

Taxas futuras de juros recuam, em sintonia com dólar

Os ativos domésticos refletem nesta segunda-feira, 3, o ambiente mais tranquilo no exterior, além de um cenário doméstico mais favorável ao governo de Michel Temer, com o fortalecimento da base aliada no primeiro turno das eleições. "O Brasil acordou hoje com dose extra de convicção de que o PT estaria com sua popularidade em queda livre", diz boletim da corretora H.Commcor mais cedo.

No caso dos juros, em meio às apostas de queda da Selic este mês e antes do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de setembro, que sai na sexta-feira, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) mostrou aceleração, enquanto a pesquisa Focus mostrou revisão para baixo nas expectativas de inflação deste ano.

Às 9h38, o DI para janeiro de 2018 estava em 12,20%, de 12,19% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 exibia 11,54%, de 11,58% no ajuste anterior. O dólar à vista no balcão tinha queda de 0,31%, a R$ 3,2405.

O IPC-S desacelerou para 0,07% em setembro ante 0,32% em agosto. De acordo com pesquisa do Projeções Broadcast, as estimativas para o IPC-S eram de 0,05% a 0,19%, com mediana de 0,10%.

Já o Relatório de Mercado Focus mostrou que a mediana para o IPCA - o índice oficial de inflação - este ano passou de 7,25% para 7,23%. Há um mês, estava em 7,34%. Já o índice para o ano que vem permaneceu em 5,07%. Há quatro semanas, apontava 5,12%.