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Taxas futuras têm viés de alta, em sintonia com dólar e antes de leilão

Os juros futuros começaram a sessão em queda, mas inverteram em seguida a direção, acompanhando o dólar, que passou a subir ante o real. Na manhã desta quinta-feira, 12, as taxas rondavam a estabilidade. Segundo um operador, o mercado de juros "realiza no fato", uma vez que o afastamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado já tinha sido precificado.

Agora, de acordo com esse profissional, a expectativa do mercado está no grau de dificuldade que Michel Temer, que assumirá a presidência interinamente por 180 dias, terá para passar as medidas econômicas no Congresso.

Às 9h29, o DI para janeiro de 2018 exibia 12,65%, de 12,64%. O DI para janeiro de 2021 estava em 12,27%, de 12,26% no ajuste anterior.

A expectativa com o leilão de títulos prefixados do Tesouro durante a manhã também traz viés de alta às taxas. Na agenda desta quinta, Dilma deve se pronunciar pela manhã e o vice-presidente Michel Temer, à tarde, quando também deve anunciar seus ministérios.