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Venda da AES Sul não afeta demais ativos do grupo no País, diz AES Brasil

O presidente da AES Brasil, Julian Nebreda, afirmou que a venda da distribuidora gaúcha AES Sul para a CPFL, anunciada na manhã desta quinta-feira, 16, não afeta os demais ativos do grupo no País.

Em nota divulgada no site da AES Brasil, o executivo afirmou que a estratégia do grupo segue sendo a de "melhorar a qualidade dos serviços e satisfação do cliente da AES Eletropaulo, aumentar a presença em geração, por meio da AES Tietê, retomar a operação da AES Uruguaiana e ofertar ao mercado soluções inovadoras de energia pela AES Ergos".

Sobre a operação, o executivo declara apenas que a mudança acionária está prevista para acontecer até o fim de 2016, tendo em vista que o acordo ainda depende de aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de credores da AES Sul. "Até lá, a AES continuará operando a distribuidora, mantendo o planejamento e investimentos previstos", afirmou.

A AES Sul atua em 118 municípios da região central do Rio Grande do Sul e é responsável por 30% da energia consumida no Estado, destacou o grupo.