20°
Máx
14°
Min

Apae lança apostilas adaptadas de alfabetização em reunião estadual

Nesta quinta-feira, a partir das 9 horas, na Acic (Associação Comercial e Industrial de Cascavel), a Apae de Cascavel fará o lançamento oficial das apostilas adaptadas de alfabetização, como parte da programação da reunião estadual da Feapaes (Federação das Apaes do Estado do Paraná). O kit é composto pelas apostilas adaptadas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências e História/Geografia.

A programação da reunião prevê a abertura feita pela presidente da Feapaes, Neuza Soares de Sá e boas-vindas dos autodefensores estaduais, Marcelo Alves Ribeiro e Daiane de Souza. Logo depois, será executado o hino da Apae de Cascavel, com o grupo vocal Apaencanta e, na sequência, o hino das Apaes.

Ainda pela manhã, haverá o lançamento das apostilas adaptadas da Apae de Cascavel, com a entrega demais de 300 kits com as apostilas para os representantes das Apaes do Paraná. A reunião terá continuidade no período da tarde.

As apostilas adaptadas para alunos com deficiência intelectual e múltipla surgiram a partir de uma sugestão apresentada pela diretoria executiva da Apae. Em agosto de 2012, a equipe pedagógica elaborou um material específico para atender os alunos do 1º e 2º ciclos do ensino fundamental.

A aplicação experimental da proposta teve início em março de 2014, com a impressão de cem exemplares das apostilas de Língua Portuguesa e de Matemática. O projeto-piloto foi aplicado por docentes especialistas em educação especial, para um grupo de 80 alunos com deficiência intelectual, múltipla e transtornos globais do desenvolvimento durante o ano letivo.

As apostilas contam com características próprias, como a utilização da fonte abrangendo tamanhos que vão do 24 ao 36, além de espaços definidos e adequados para os registros, dando aos alunos com deficiência visual a possibilidade de leitura, escrita e, por sua vez, a assimilação dos conteúdos apresentados. 

“As apostilas adaptadas garante aos alunos uma maior capacidade de desenvolvimento de suas habilidades, uma vez que consideram as particularidades em meio ao processo de ensino-aprendizagem dos alunos com deficiências intelectual e/ou múltipla”, comenta Fátima Eckstein, uma das coordenadoras do projeto.

Colaboração: Assessoria de imprensa