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Aplicativos facilitam o estudo e o relacionamento de pais e alunos com a escola

(Foto: Crédito Divulgação / Assessoria de Imprensa) - Aplicativos facilitam o estudo e o relacionamento de pais e alunos com a escola
(Foto: Crédito Divulgação / Assessoria de Imprensa)

No campo da tecnologia digital, os aplicativos e os smartphones selaram uma união que trouxe comodidade e rapidez para os usuários. A informação ao alcance das mãos em qualquer hora e lugar nunca foi algo tão verdadeiro e prático para o cotidiano de quem precisa conciliar as agendas de trabalho, lazer e da vida familiar.

Diante da possibilidade de facilitar a comunicação das atividades escolares entre pais e alunos, o Colégio Positivo criou o próprio aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente no Google Play e Apple Store. A plataforma possibilita aos responsáveis acompanhar de perto a vida escolar dos estudantes, já que no aplicativo são compartilhados avisos, calendário de eventos e atividades especiais, tarefas e lembretes dos professores.

Antes da chegada em massa dos smartphones, as informações sobre tarefas, eventos, calendário de provas e outros avisos sobre as atividades escolares já estavam disponíveis no site oficial do colégio, via notebook ou PC. Mas, com os smartphones, o ritual de acesso muda, já que pode ser feito de qualquer local que tenha acesso à internet.

Para a responsável pela área de Tecnologia da Informação (TI) do Colégio Positivo, Eliana Von Staa, a instituição tem buscado novas maneiras de se comunicar com as famílias. “Criar um aplicativo foi um caminho natural. O uso do smartphone está consolidado e facilita a vida das pessoas. O Colégio Positivo é precursor no uso de tecnologia no segmento educacional, não teríamos como ignorar a evolução dos recursos de comunicação via aplicativo”, explica.

Embora a ferramenta ainda seja um recurso de "mão única", ou seja, os responsáveis não conseguem fazer contato com representantes do Colégio Positivo via aplicativo, ele ajuda na uniformidade e segurança da informação na comunicação direta com as famílias. “Vale ressaltar que o contato do responsável com a instituição continua sendo pelos atendimentos presenciais, pelos e-mails e telefones disponibilizados no site”, afirma Eliana.

A executiva de finanças Fabiane Alves Pereira Rubino sentiu a diferença quando baixou o aplicativo para acompanhar as atividades da filha, que cursa o 9º ano no Colégio Positivo. “Com o aplicativo, podemos ter acesso a informações sobretrabalhos e tarefas a qualquer momento. O que mais ajudou foi acompanhar o complemento das tarefas e o volume de trabalhos escolares”, afirma Fabiane. A mãe conta também que o aplicativo ajuda a organizar a agenda semanal de atividades escolares com atividades extracurriculares. “Conseguimos montar uma agenda semanal para administrar as ações da escola com o balé, por exemplo. Tudo o que a gente conseguir fazer via smartphone ajuda muito na organização da programação do dia a dia de todos”, descreve Fabiane.

De acordo com o coordenador do curso de Jogos Digitais do Centro Tecnológico Positivo, Rafael Dubiela, responsável pelo desenvolvimento do aplicativo, a plataforma foi desenvolvida em um grande trabalho de parceria, envolvendo profissionais, professores,  pais e alunos. “Fomos até o usuário e perguntamos o que ele queria. Com as ideias desafiadoras que recebemos, criamos uma ferramenta de comunicação que fornece em tempo real o que ele precisa saber, como boletos, notas e programação escolar”, explica.  Uma nova versão do aplicativo está em desenvolvimento e deve trazer mais funcionalidades. “Uma das novidades é a liberação das catracas pelo celular, ou seja, os pais poderão avisar quando estiverem chegando ao colégio e, por meio do aplicativo, o sistema de som irá chamar o nome do filho e liberar a catraca”, explica.

Respostas na palma da mão

Uma nova plataforma de ensino, desenvolvido pela Inteligência Educacional e Sistemas de Ensino (IESDE), em parceria com o grupo Acesso, derruba qualquer desculpa por não ter reservado um tempo para estudar. O novo modelo, que utiliza leitura de código digital (QR-Code) através de um aplicativo de celular, com respostas das questões mais importantes do ano, além de extras com comentários por áudio e vídeo dos professores, está sendo implantado com estudantes a partir do 6º ano do Ensino Fundamental. Os alunos, ainda na fase de adaptação do aplicativo, não têm dificuldade em utilizar. Afinal de contas, baixar aplicativos nos celulares não é mais novidade e os adolescentes dominam a arte. Pelo smartphone é possível ver em vídeos as explicações e tirar as dúvidas antes mesmo de voltar à sala de aula.

“Nunca imaginei que ia estudar assim, demora um pouco para se acostumar, mas a plataforma ajuda bastante o aluno. Se você pega um exercício que não entende, no método antigo, teria que esperar para perguntar para o professor. Agora você tem acesso na hora, economiza bastante tempo”, comenta o estudante Daniel Carminatti, de 16 anos. O aluno, que mora com a mãe, conta que o pai também está presente nos resultados da escola e, com a novidade, eles acabaram se aproximando mais. Com o login e senha em mãos, o pai já se habitou a observar o desempenho dele pelo computador. “Nos vemos duas vezes por mês e, quando nos encontramos, ele pergunta de tudo. Acho que ele está entrando umas três ou quatro vezes por semana para ver meu rendimento e chama minha atenção quando não vou bem”, comenta o estudante.

Angela Patricia Sell é uma mãe “antenada” e a plataforma foi uma grata surpresa. Mãe de Bárbara Victtória Bott, aluna do 9º ano do Colégio Acesso, ela conta que tem acompanhado o desenvolvimento da filha. “Não tinha o costume de usar todos os recursos do aparelho celular e precisei da ajuda da Bárbara para me habituar. Hoje criamos um cronograma de estudos e entrar, pelo menos duas vezes por semana na plataforma, faz parte desse programa”, afirma. Como o modelo disponibiliza relatórios e avisos quando são postadas novas atividades, Angela confirma essa proximidade dos pais com a escola. Para ela, o colégio acertou com a implantação da plataforma e usá-la é somente uma questão de hábito. “No começo, pensei que a Bárbara não ia gostar da atividade extra, mas logo percebeu, vendo os resultados, que usar o sistema é um ganho. Vejo como uma extensão da sala de aula. Se na minha época tivéssemos algo parecido, eu com certeza teria as melhores notas, porque ajuda muito nos estudos”, completa Angela.

Giovani Lucas Miranda, professor de Biologia e orientador pedagógico do Colégio Acesso, conta que a plataforma também serve como um medidor do plano de ensino. “É possível ver o resultado das aulas em tempo real. Sabemos quando o aluno fez os exercícios propostos e se assistiram as videoaulas. Conseguimos visualizar até mesmo quem deu pausa ou avançou os vídeos”, explica. Para adotar o sistema, os professores também passaram por treinamentos e até os mais conservadores aprovaram o modelo. Até porque também estarão sendo avaliados a partir desses resultados. “Se a turma inteira vai mal nas questões, é um indicador que o conteúdo daquele capítulo não foi suficiente. Assim nós, professores, conseguimos mudar o plano e reforçar os temas com maior dificuldade de aprendizado”, fala.

Colaboração Assessoria de Imprensa.