26°
Máx
19°
Min

Cascavel concorre ao 13º Prêmio Innovare com o Projeto da Justiça Restaurativa

Foto: Assessoria - Cascavel concorre ao 13º Prêmio Innovare
Foto: Assessoria

O Núcleo Comunitário de Práticas Restaurativas (NCPJR) de Cascavel, no Paraná, concorre na 13ª edição do Prêmio Innovare com o Projeto “Tecendo Redes de Cuidado: O Adolescente Autor de Ato Infracional e as Práticas de Justiça Restaurativa”.

O Projeto inscrito na categoria Justiça e Cidadania pela Promotora Larissa Haick Vitorassi Batistin, da 12ª Vara da Infância e Juventude de Cascavel e sua equipe já foi visitado, na quarta-feira (29), pela repórter do Datafolha, Cleo Amaral, que fez questão de conhecer in loco as Práticas Restaurativas que ocorrem e como acontecem cotidianamente.

Devido ao fato de o Termo Técnico de Parceria entre Núcleo Regional da Educação (NRE) de Cascavel, União Educacional de Cascavel (Univel), Tribunal de Justiça e 12ª Vara de Infância e Juventude de Cascavel ter sido assinado em 14 de junho, a visita para verificar a eficácia e qualidade foi acompanhada pelo Núcleo Comunitário de Práticas em Justiça Restaurativa.

No Ministério Público, marcaram presença a coordenadora do NCPJR, Luiza Maria Scardua, a professora Inês Aliete Dalavechia, chefe do NRE de Cascavel, a Dra Larissa Haick Vitorassi Bastistin, da 12ª Vara de Infância e Juventude, além de facilitadores do NCPJR.

O Núcleo Regional de Educação foi o próximo espaço visitado, pois este é um dos locais de formação dos profissionais que atuam nas escolas e onde as Práticas Restaurativas acontecem. 

Na Escola Piloto Marcos Claudio Schuster houve a demonstração de um circulo de paz com os alunos de 6º ano que fizeram o curso A Arte de Viver e Conviver em 2015. O CENSE II foi o outro local de observação onde os facilitadores e funcionários formados trabalham com o curso de Fundamentos em Justiça Restaurativa e as Práticas Restaurativas com os internos. Finalmente, visitaram a Univel, que é parceira ao disponibilizar o espaço para as formações e as Práticas Restaurativas.

“Acreditamos que devemos investir cada vez mais nas práticas de perdão e reconciliação e, assim, criar uma Cultura de Paz que agregue valores fundamentais de ética e respeito nas relações sociais”, disse a professora Inez Aliete Dalavechia, chefe do Núcleo Regional da Educação de Cascavel.

Colaboração: Assessoria de imprensa