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Colégio Bartolomeu Mitre terá Museu histórico

Foto: Assessoria - Colégio Mitre terá Museu histórico
Foto: Assessoria

O projeto de extensão da Universidade Federal da Integração Latino Americana (Unila) “Tekoha Guasu - Educação Patrimonial”, que atua na preservação e valoração do patrimônio cultural de Foz do Iguaçu, está trabalhando na composição de um museu do Colégio Estadual Bartolomeu Mitre.

A arrecadação de objetos relacionados à escola segue até o dia 10 de novembro. Quem tiver algum testemunho material como uniformes, cadernos e cartilhas pode entrar em contato com os integrantes do projeto pelo telefone (45) 3529-2192 ou pelo e- mail: extensao.tekohaguasu@unila.edu.br para realizar a doação.

Algumas peças que irão compor o museu já estão sendo catalogadas. estudantes do Mitre, das turmas de primeiro e segundo ano do Ensino Médio, que participaram das atividades do projeto no primeiro semestre, também estão atuando na preparação desses objetos. Outro apoiador do projeto é o estudante de Arquitetura e Urbanismo da Unila, Pedro Victor Placides, que está preparando o projeto de layout do espaço onde será o museu.

“O trabalho de levantamento do patrimônio é importante para a auto  estima, identidade e sensação de pertencimento. Essa identidade coletiva é muito importante porque mostra que as pessoas têm orgulho de sua relação com a escola”, afirma Pedro Louvain, técnico em assuntos educacionais da Unila, que coordena o projeto ao lado da museóloga da Universidade, Leticia Porto.

Também integram o projeto as pedagogas do colégio, Gilma Fernandes e Liandra Branco. Em 2015, o projeto criou o museu do Colégio Estadual Ayrton Senna da Silva, que conta com mimeógrafos, máquinas de datilografia, uniformes, bandeiras, desenhos, entre outros objetos.


 O Mitre


O Colégio Estadual Bartolomeu Mitre também é um patrimônio de Foz do Iguaçu. Foi criado em 15 de novembro de 1927 e iniciou suas aulas no dia 15 de janeiro de 1928, ainda com o nome de Grupo Escolar Dr. Caetano Munhoz da Rocha. Somente na década de 1930 é que a escola ganhou o nome que a identifica até hoje.

Desde sua criação até 1952, a escola funcionava no prédio onde hoje está a Agência da Receita Estadual. A partir dessa data, as atividades foram transferidas para o prédio atual, na Avenida Jorge Schimmelpfeng.

O nome do colégio é uma homenagem ao general argentino Bartolomeu Mitre que, em 1865, durante a Guerra contra o Paraguai, impediu que as tropas paraguaias cruzassem a área a oeste do Paraná e adentrassem o território brasileiro.

Colaboração: Assessoria