22°
Máx
16°
Min

Contra suspensão de reajuste, professores da Unioeste deflagram greve

Professores da Unioeste deflagraram greve nesta segunda-feira (10), em protesto contra a suspensão do reajuste anual de salários previsto para janeiro de 2017. As aulas estão totalmente suspensas nos campus de Foz do Iguaçu, Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon. Em Francisco Beltrão, apenas alguns cursos estão com atividades paralisadas. A orientação da direção é que os alunos entrem em contato com a coordenação para saber sobre a posição de cada curso.

Em Foz, a paralisação afeta pelo menos 1.800 estudantes. Só na cidade, 223 docentes estão de braços cruzados. Eles criticam a decisão do Executivo estadual, que cancelou o reajuste previsto para 1º de janeiro e 1º de maio de 2017. A lei foi aprovada em junho de 2015.

O Governo justifica a medida com base em "dificuldades orçamentárias". O custo da reposição salarial dos servidores no começo do próximo ano é de R$ 1,8 bilhão. A greve, conforme o Sindicato de Docentes da Unioeste (Adunioeste), não tem data para acabar.

Nesta segunda-feira (10), a categoria se reúne para definir os próximos passos da paralisação, em assembleia às 18h30, em Foz do Iguaçu.

A reportagem aguarda posicionamento oficial da Secretaria Estadual de Educação.

Colaboração: Luciana Barcellos/Rede Massa.