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Ensino Médio integral mostra-se eficaz no Enem

(Foto: Agência Brasil) - Ensino Médio integral mostra-se eficaz no Enem
(Foto: Agência Brasil)

Ao mesmo tempo em que ocupa a melhor colocação no Enem 2015 em todo o Sul do Brasil, o Colégio Positivo anuncia o lançamento de um novo programa para o Ensino Médio: o Super Médio 2017. “O objetivo é ampliar a oferta de vagas para o ensino integral, que se mostrou mais efetivo na preparação para as principais provas de entrada no Ensino Superior”, afirma o diretor do Curso Positivo, Renato Ribas Vaz, um dos fundadores do grupo educacional.

Diretor do Curso Positivo, Renato Ribas Vaz (Foto: Divulgação)Diretor do Curso Positivo, Renato Ribas Vaz (Foto: Divulgação) 

Além do número maior de aulas, a preparação para o Enem e outros processos seletivos começa já na primeira série. “Com experiência de mais de 40 anos nesse segmento, percebemos que o estudante que disputa os vestibulares mais concorridos precisa, em média, de três anos de preparação”, revela o diretor. “Os alunos do Super Médio já vão se envolvendo com o Curso desde o primeiro ano para sentir o ambiente de vestibular, diferente da rotina de um colégio tradicional”, completa.

Ensino Integral

Comparado com as creches e pré-escolas, que compõem o Ensino Infantil, e as escolas dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, o Ensino Médio é o que tem a menor porcentagem de matrículas em tempo integral no Brasil. Dados do Censo da Educação Básica mostram que, em 2015, o país tinha 6,8 milhões de estudantes matriculados no Ensino Médio regular, mas só 384,6 mil deles (5,6%) estavam cursando o Ensino Médio em tempo integral. Atualmente, em três estados, o Ensino Médio em tempo integral praticamente não existe: Roraima, Acre e Minas Gerais. Por outro lado, no Ceará, na Paraíba, em Pernambuco e em Rondônia há mais de 10% dos estudantes de Ensino Médio passando o dia na escola.

De acordo com a professora Izabella Milléo Bini, gestora do Ensino Médio do Colégio Positivo - Ângelo Sampaio, em países que hoje são modelo em educação, como a Finlândia, Irlanda, Coreia do Sul e Chile, os estudantes passam o dia todo na escola - em média, nove horas. “Os benefícios do ensino integral são muito maiores que as desvantagens. Um estudo do INEP revela que mais tempo na escola pode garantir melhor aproveitamento nas disciplinas regulares: a cada hora adicional de estudo, o desempenho dos alunos no Sistema de Avaliação da Educação Básica aumenta 2,5 pontos percentuais, em uma escala que vai de 0 a 500. A chance de melhora no rendimento aumenta porque o estudante está o tempo todo em contato com os livros. Ao se habituar a essa rotina, facilita também o aprendizado em sala de aula, pois quando as dúvidas surgem, a escola oferece profissionais especializados para saná-las naquele momento, sem que o estudante precise esperar pelo retorno à escola no dia seguinte”, ressalta.

No Super Médio, o período integral de estudos vai funcionar da seguinte forma: na parte da manhã, os estudantes cumprem a carga horária regular das aulas. O período da tarde é composto por aulas especiais com professores do Curso Positivo e conteúdo exclusivo de pré-vestibular. A estrutura do Super Médio é composta por quatro módulos de programação curricular específica, com duração de sete semanas cada um. Em cada módulo a disciplina muda, os professores também - tudo para que os alunos sintam uma motivação a mais para avançarem nos estudos. As disciplinas de Ciências Exatas e Língua Portuguesa são reforçadas durante todo o curso, já que são as mais exigidas nos vestibulares e Enem.

Em 2016, uma turma de 40 alunos da primeira série do Ensino Médio, na sede Batel do Curso Positivo, estreou o novo formato do Super Médio, com aprovação superior a 98%. “Em 2017, a meta é formar uma turma de primeira série e outra de segunda série – cada uma com até 80 alunos”, afirma Vaz. A partir daí, o objetivo é incrementar o número de turmas progressivamente. A leitura da instituição é de que os vestibulares estão se tornando mais difíceis a cada ano para os alunos. “Com o sistema de cotas, o número de vagas para alunos egressos de escolas particulares diminuiu, deixando a entrada para as principais universidades mais concorrida. Com a criação do Super Médio, estamos incentivando nossos alunos a ter uma preparação melhor e com mais antecedência, em função da redução das vagas existentes no vestibular”, ressalta o diretor.

Colaboração Assessoria de Imprensa