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Após ataque em Nice, Trump diz que "é uma guerra" e Hillary diz não se intimidar

Os dois pré-candidatos à presidência dos EUA, Hillary Clinton e Donald Trump, condenaram o ataque terrorista em Nice, no sul da França, que matou ao menos 84 pessoas e deixou outras 18 gravemente feridas.

O pré-candidato do Partido Republicano, Donald Trump, declarou: "Isto é uma guerra", enquanto a democrata Hillary Clinton afirmou: "Nós não seremos intimidados".

Hillary disse que "todo americano está em forte solidariedade com o povo da França e dizemos a uma só voz que nós não seremos intimidados. Nós nunca iremos permitir que os terroristas minem os valores igualitários e democráticos que sustentam o nosso modo de viver".

Trump, que adiou os planos para anunciar a escolha de seu vice por causa do ataque, disse que "isto é uma guerra. Se você perceber, esta é uma guerra que vem de todas as partes diferentes".

Outros líderes ao redor do mundo também condenaram o ato. Ontem, logo após o ataque, o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que "nossos pensamentos e orações estão com as famílias e outros entes queridos daqueles que morreram". Notando que o ataque ocorreu no Dia da Bastilha, Obama elogiou "a resistência extraordinária e os valores democráticos que fizeram da França uma

inspiração para o mundo inteiro".

Na Europa, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, expressou solidariedade e disse que mundo está unido com a França. "É um paradoxo trágico, uma vez que as vítimas estavam celebrando

a liberdade e fraternidade no momendo do ataque. Vamos permanecer unidos com as famílias das

vítimas, com o povo francês e o governo na luta contra a violência e o ódio", disse Tusk em uma reunião de líderes asiáticos e europeus na capital da Mongólia, Ulaanbaatar.

Os Emirados Árabes Unidos, por sua vez, condenaram o ataque como "um crime terrorista hediondo". Em um comunicado divulgado nesta sexta-feira, o ministro de Relações Exteriores, Abdullah bin Zayed Al Nahyan, prometeu ficar ao lado do povo francês após o ataque. "O ataque torna imperativo para todos trabalharem juntos de forma decisiva e sem hesitação para combater o terrorismo em todas as suas formas", destacou.

Os Emirados Árabes Unidos fazem parte de uma coalizão liderada pelos EUA que tem como alvo o grupo terrorista Estado Islâmico. Fonte: Associated Press