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Autoridades buscam detalhes sobre o atentado a boate gay em Orlando

A polícia dos Estados Unidos está em busca de detalhes da linha do tempo do tiroteio que matou 49 pessoas e deixou outras 53 feridas em uma boate frequentada pela comunidade LGBT em Orlando.

Segundo Regina Lombardo, da polícia de Tampa, afirmou que duas armas foram encontradas no local e ligadas ao atirador, Omar S. Mateen. Uma terceira arma foi encontrada em seu veículo, mas ainda não se sabe a origem.

Às 8h da manhã de segunda-feira, famílias de 48 vítimas fatais tinham sido notificadas. A cidade de Orlando divulgou o nome de 26 pessoas assassinadas na boate, a maioria com idade entre 20 e 40.

Autoridades afirmam que o terrorista abriu fogo dentro da boate perto das 2h, levando muitos a deixar correndo o local. Outros ficaram presos naquilo que s tornou um cerco de durou horas. Neste ínterim, Mateen ligou para a polícia e reivindicou aliança com o grupo extremista Estado Islâmico. Ele foi morto às 5h.

Mateen, de 29 anos, trabalhava como guarda de segurança, tinha licença para portar armas e era cidadão norte-americano. Seus pais são imigrantes afegãos.

Uma pessoa que se identificou como ex-mulher de Mateen o descreveu como "desequilibrado" e disse que ela era abusada durante o casamento dos dois. Mateen teria dito a ela que gostaria de se tornar um policial.

Autoridades que avaliaram a propaganda do Estado Islâmico assumindo a autoria pelos ataques disseram não ter encontrado nenhum elo entre o grupo e o atirador. No entanto, o FBI teria aberto contra ele duas investigações sobre ligação com terrorismo nos últimos anos, mas encerrou ambos os casos após entrevistas inconclusivas. Fonte: Associated Press.