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Coalizão internacional faz acordo para acelerar ações contra Estado Islâmico

Uma coalizão internacional - formada por 11 países - que conduz os militares a uma campanha contra o grupo terrorista Estado Islâmico na Síria e no Iraque concordaram nesta quarta-feira em acelerar suas contribuições, mas não deu detalhes sobre o plano. O grupo também pediu aos líderes iraquianos para reconciliar as diferenças políticas.

Um dia depois de um soldado dos EUA ter sido morto em um tiroteio com o Estado Islâmico no Iraque, o secretário de Defesa dos EUA, Ash Carter, disse que uma vez que a guerra se intensifica, "estes riscos vão continuar". Carter disse que lamenta a perda, mas enfatizou que os riscos de combate no Iraque são inevitáveis e que apesar das conquistas recentes "esta luta está longe do fim".

Carter e os seus homólogos dos 11 países da coalizão estavam reunidos a portas fechadas nos EUA, onde Carter estava presidindo uma cerimônia de mudança de comando na terça-feira, quando a notícia da morte do soldado chegou.

Em um comunicado conjunto emitido após a reunião, o grupo reafirmou o seu apoio "para acelerar e reforçar o sucesso dos nossos parceiros em solo".

"Nós apelamos a todos os líderes políticos iraquianos a se comprometerem com a reconciliação legal e pacífica de diferenças políticas, a fim de enfrentar os desafios do país e permanecer unidos contra o inimigo comum", disseram.

A declaração não especificou quais contribuições adicionais seriam oferecidas, além dos recursos para apoiar a campanha militar do Iraque e "várias formas" de ajuda para um esforço civil para estabilizar e reconstruir áreas da província de Anbar devastada por danos de guerra. Fonte: Associated Press.