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Homem que matou 20 em boate nos EUA fez reféns e foi assassinado pela SWAT

O homem que entrou armado em uma boate gay em Orlando, na Florida, chegou a fazer reféns em um determinado momento e foi morto por uma agente da SWAT, elite da polícia norte-americana, informou neste domingo o chefe da polícia de Orlando, John Mina. Cerca de 20 morreram e pelo menos 42 ficaram feridos.

Segundo Mina, o homem estava munido de algum tipo "suspeito" de dispositivo e chegou a trocar tiros com um segurança da boate por volta das 2h. Depois, algumas das 300 pessoas presentes na festa foram feitas reféns. Por volta das 5h, uma equipe da SWAT foi enviada ao local para resgatar os reféns. Foi então que o homem acabou assassinado dentro da casa noturna, que se chama Pulse Orlando.

A polícia ainda não divulgou o número exato de mortes nem o nome do homem que invadiu o local. Um porta-voz do FBI disse que o caso está sendo investigado como possível ato de terrorismo. As autoridades tentam descobrir se foi um ato de terrorismo doméstico ou internacional, ou se foi mais um caso de "lobo solitário", quando um terrorista age por conta própria.

"Este é um incidente que, a meu ver, certamente pode ser classificado como um incidente doméstico de terrorismo" disse o xerife do condado de Orange, Jerry Deming. Ron Hopper, agente especial do FBI encarregado do caso, disse que não há mais nenhuma ameaça para Orlando e regiões próximas. Questionado sobre algum tipo de conexão que o atirador poderia ter com algum grupo radical islâmico, Hopper limitou-se a dizer que há "sugestões de que o indivíduo tem inclinação para isso". Fonte: Associated Press.