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Itália diz que havia 9 italianos entre as 20 pessoas mortas em Bangladesh

Primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, também se pronunciou sobre o ataque (Foto: Arquivo / Tiberio Barchelli/Palazzo Chigi) - Itália diz que havia 9 italianos entre mortos em Bangladesh
Primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, também se pronunciou sobre o ataque (Foto: Arquivo / Tiberio Barchelli/Palazzo Chigi)

O Ministério das Relações Exteriores da Itália informou há pouco que havia nove italianos entre as 20 pessoas mortas em ataque terrorista ocorrido na sexta-feira em Daca, capital de Bangladesh. Os italianos foram identificados como Adele Puglisi, Marco Tondat, Claudia Maria D'Antona, Nadia Benedetti, Vincenzo D'Allestro, Maria Rivoli, Cristian Rossi, Claudio Cappelli e Simona Monti.

Assaltantes armados com pistolas e explosivos atacaram o Holey Artisan Café. As forças de segurança de Bangladesh, apoiadas por veículos blindados, conseguiram resgatar 13 pessoas. O general Ashfaq Naeem, diretor de operações militares do exército, disse que seis terroristas foram mortos. Ainda segundo o governo da Itália, outros dois italianos estavam no café no momento do ataque. Um conseguiu escapar e o outro ainda não foi encontrado.

O Estado Islâmico reivindicou a responsabilidade pelo ataque, de acordo com o grupo de inteligência SITE, que monitora a atividade de extremistas islâmicos. Uma mulher, que não quis ser identificada, disse que seu filho, sua cunhada e seus dois filhos pequenos tinham saído do restaurante pouco antes de a polícia e os soldados entrarem. "Eles (terroristas) permitiram que todos os moradores locais deixassem o café antes de a polícia entrar", contou.

"Os nossos valores são mais fortes do que a sua loucura", disse o primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, no sábado, referindo-se aos terroristas. "A Itália não vai recuar."

Mais cedo, o governo japonês informou que há sete japoneses desaparecidos em Bangladesh, após o ataque. Eles acreditam que os sete japoneses desaparecidos estavam no café no momento do ataque. Segundo a emissora de televisão NHK, uma estatal japonesa, os sete desaparecidos eram funcionários da Agência Internacional de Cooperação do Japão, um órgão do governo que realiza projetos em nações em desenvolvimento. Fonte: Dow Jones Newswires