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Obama e premiê de Cingapura defendem avançar em acordo comercial do Pacífico

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, após se reunir na terça-feira com o primeiro-ministro de Cingapura, Lee Hsien Loong, disse que os dois líderes concordaram em avançar com um novo pacto comercial e discutiram como reduzir as tensões resultantes da crescente assertividade da China na região. Obama disse que o acordo de comércio entre 12 países, a Parceria Trans-Pacífico (TPP, na sigla em inglês), "nivela o campo de trabalho para nossos trabalhadores" e é necessário para que permaneçam competitivos na economia global.

Lee disse esperar que Obama convença o Congresso a agir na questão do acordo, um esforço que está paralisado. "Nós nos aproximamos da linha de chegada e esperamos que os países, particularmente os EUA, sejam capazes de ratificar o TPP o mais rápido possível", afirmou a autoridade em entrevista coletiva ao lado de Obama.

A visita de Estado de Lee inclui um almoço no Departamento de Estado comandado pelo vice-presidente dos EUA, Joe Biden, e um elaborado jantar na noite de terça-feira na Casa Branca.

Obama disse ainda que a eventual determinação de que a Rússia estava por trás da falha do ataque cibernético contra o Comitê Nacional Democrata não impactaria significativamente as já estremecidas relações bilaterais. Obama sugeriu, porém, que haveria consequências se Moscou fosse considerado responsável pelo ataque. "Nós já temos uma série de diferenças com a Rússia em uma série de assuntos", disse o presidente norte-americano.

Se a Rússia estiver por trás do ataque, disse Obama, "é apenas um em uma longa lista de assuntos" que dividem os dois governos, mas não é um incidente que mude muito a natureza da relação entre Washington e Moscou, afirmou. Fonte: Dow Jones Newswires.